História da Capitania do Espírito Santo

Volume 1: Consequências da Descoberta do Ouro
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História da Capitania do Espírito Santo

 
A série História da Capitania do Espírito Santo, publicada por Fabio Paiva Reis através da Editora Spirito Sancto, é composta por três livros que exploram momentos históricos do Estado do Espírito Santo durante o período colonial, entre os séculos 16 e 19.
 
 

Os três livros da série são:

Volume 1: Consequências da Descoberta do Ouro

Ouro! Não há palavra que descreva melhor o a base do funcionamento da economia brasileira e portuguesa durante o século XVIII. Durante todo esse período de mineração o foco da Coroa esteve na região das Minas Gerais, local que mais produziu e exportou metais preciosos em todo o Brasil. Porém, ao olharmos os livros didáticos de nossas crianças, nos deparamos com a triste realidade: o Espírito Santo nem é mencionado na maior parte deles e poucos desses alunos sabem que a Capitania Real das Minas Gerais, onde se passa toda a unidade sobre o famoso Ciclo do Ouro, fazia parte da Capitania do Espírito Santo. Sim. O ouro estava em nossas terras.

Volume 2: A Serra das Esmeraldas

Esmeraldas. Esta é, com certeza, uma das palavras que melhor traduzem o sonho dos portugueses no Brasil nos primeiros séculos da colonização. Durante muitos anos uma diversidade de aventureiros, bandeirantes e sertanistas partiu pelo sertão brasileiro em busca de riquezas incontáveis que os aguardavam em algum lugar desconhecido. Em razão da busca pela Serra das Esmeraldas, a Capitania do Espírito Santo pode ser considerada ponto importante na história dos conflitos políticos e territoriais na América portuguesa entre fins dos Quinhentos e início do Seiscentos. Por si mesmos e pelas forças presentes na América portuguesa, esses conflitos alteraram drasticamente o espaço e a história do Espírito Santo colonial.

Volume 3: Os Mapas do Espírito Santo Colonial

Mapas! As representações do Espírito Santo em mapas dos séculos 16 e 17 são fruto das descobertas científicas do Renascimento e da arte europeia, da redescoberta das obras científicas e geográficas gregas. Feitos por cartógrafos de Portugal, Holanda e outras nações, foram utilizados para reconhecer e administrar grandes impérios modernos. Diante de um período pouquíssimo estudado pela historiografia brasileira, este é um estudo indispensável para qualquer pessoa interessada no século XVII, em geral, e na História do Espírito Santo, em particular. Uma história não só escrita, porque a escrita apenas não basta, mas uma história visual, construída a partir de mapas que nos permitem ver (se nos rendermos às crenças da modernidade) aqueles anos Seiscentos.